terça-feira, 18 de abril de 2017

Caixa Para Abelha Jatai INPA Promoção 10 unidades só R$290,00.

Caixa Para Abelha Jatai INPA Promoção 10 unidades só R$290,00.
PARCELAMOS EM ATÉ 12X NO CARTÃO

CADA CAIXA CONTEM 5 PEÇAS
1 - TAMPA
1 - NINHO C/ FUNDO (8cmx12cm)
1 SOBRE-NINHO (5cmx12cm)
2 MELGUEIRA (4cmx12cm)

Medidas internas 12x12

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-860049208-caixa-para-abelha-jatai-i-n-p-a-10-unidades-_JM

Caixa para Abelhas Sem Ferrão

Modelo INPA 

5 PEÇAS

1 - TAMPA

1 - NINHO C/ FUNDO (8cmx10cm)

1 SOBRE-NINHO (5cmx10cm)

2 MELGUEIRA (5cmx10cm)

Medidas internas 10x10

Ninho: (8cmx10cm)
Sobre-ninho: (5cmx10cm)
Melgueira: (5cmx10cm)




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segunda-feira, 10 de abril de 2017

A abelha Lambe-olhos - (Leurotrigona Muelleri) / Pilha de lixo crescendo !

A abelha Lambe-olhos

(Leurotrigona Muelleri)

Pilha de lixo crescendo !
Abelhas ao nascerem, tem como primeira atividade limpar a célula onde nasceu e encaminhar para a lixeira. De lá outra galera se encarrega em levar para fora da colméia. Nas demais espécies este material orgânico é lançado aos arredores de sua morada; enriquecendo o solo e alimentando outros insetos.



#abelhasNATIVAS

#meliponarioDAPAZ







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quinta-feira, 23 de março de 2017

A abelha Lambe-Olhos - Leurotrigona Muelleri



    A abelha Lambe-Olhos é uma espécie nativa e corre risco de extinção. É uma abelha resistente às intempéries, como calor, sol e chuva. Possui o ferrão atrófico, que não se desenvolveu, portanto é incapaz de picar. A forma de se defender é bastante conhecida: procura os olhos das pessoas a fim de lamber a secreção que umedece o globo ocular. Em vários estados brasileiros, essa abelha é encontrada nas cidades, em tubulações elétricas, ou em muros de tijolo baiano. Seu enxame é, na maioria das vezes, mediano e pequeno. Da mesma forma, a produção de mel e o estoque de pólen são processos muito lentos, já que é uma abelha Lambe-Olhos é bem pequenina.
Apesar do seu tamanho, a defesa é realizada por 3 a 4 operárias-guardas na abertura do tubo de entrada da colônia, que mede cerca de 0,5 cm de diâmetro. Quando acontece a invasão de intrusos, como abelhas de outras colônias ou formigas, as operárias imediatamente retiram resina do depósito com as mandíbulas e a grudam no invasor, imobilizando-o.

Ocorrência
A Lambe-Olhos é uma abelha encontrada na Bahia, no Espírito Santo, em Goiás, no Maranhão, no Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul, em Minas Gerais, no Paraná, na Paraíba, em Rondônia, em Santa Catarina, em São Paulo, no Tocantins, no Paraguai e no Peru.

Morfologia
A abelha Lambe-Olhos é considerada a menor abelha do mundo, com aproximadamente 1,5 milímetros. Possui a coloração do corpo negra, com asas maiores do que sua extensão corporal.

Ninho

A entrada da colônia da Leurotrigona muelleri é um pequeno tubo, feito de cerúmen, de cor escura permitindo a passagem de mais de uma abelha. As operárias constroem potes, para armazenamento do pólen e mel, ligeiramente ovalados e de coloração amarela clara, aparentemente com pouca mistura de resina e translúcida, quase que exclusivamente de cera da própria abelha. As células de cria são construídas, em forma de cacho, ligadas umas as outras por um pequeno pilar de cera. Já as células novas com ovos e larvas em fase de alimentação são menores que as células já com casulos, isto é com pupas.

Tarefas de manutenção do ninho, cuidados com a prole, coleta de alimento e defesa são tarefas de grupos etários de operárias, variando conforme às condições e às necessidades da colônia. Na medida em que as operárias envelhecem, vão mudando de atividade dentro da colônia.

Células de cria
Quando as células de cria estão prontas, a rainha inspeciona o seu interior. Enquanto isso, as operárias começam a se inserir na célula e logo inicia a deposição de alimento por regurgitação. Em seguida, a rainha bota um ovo sobre esse alimento. Uma operária sobe na célula tratada, insere o abdômen nesta e começa fazer movimento de rotação comprimindo o colar da célula com as mandíbulas e as pernas. Quando o colar é completamente abaixado, outras operárias ajudam a terminar a operculação da célula. Após a postura em uma célula tratada, a rainha segue em busca de outra célula onde todo processo é repetido.

Ciclo biológico da colônia
Quando há abundância de recursos, a população cresce, aumentam os estoques de alimento, bem como aumenta a produção de machos e rainhas virgens. Já nos meses de escassez de recursos, os estoques são consumidos e a população diminui consideravelmente. Quando a rainha mãe envelhece, novas rainhas são produzidas e ocorre a substituição da rainha mãe. As rainhas que emergem podem ser inicialmente mortas, mas uma é finalmente aceita, enquanto a rainha velha é atacada e morta pelas operárias.


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Caixa Para Abelha Solitária Polinizadora de Orquídeas "Euglossini"

Caixa Para Abelha Solitária Polinizadora de Orquídeas


  Caixa para Abelhas Sem Ferrão 
  Solitária Polinizadora de Orquídeas   
Modelo SEXTAVADO
2 PEÇAS
1 - TAMPA
1 - NINHO C/ FUNDO (12cmx8cm)
Medidas internas 08x08cm
    Conhecidas como "Abelha das orquídeas neotropicais" ou abelhas Euglossina (Apidae: Euglossini) são caracterizadas por suas longas línguas e por um comportamento único do sexo masculino. A "abelha das orquídeas"  do sexo masculino coletam perfumes (fragrâncias) de todos os tipos de objetos perfumados, incluindo flores, feridas de árvores, madeiras em decomposição e fezes, e armazena em bolsas nas pernas traseiras. Esse comportamento favorece uma grande variedade de orquídeas neotropicais que atraem euglossines como seus polinizadores exclusivos. Os machos também podem ser atraídos com compostos de fragrâncias artificiais como (cineol, salicilato de metilo, vanilina etc.)

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#caixas     #abelhas

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quarta-feira, 22 de março de 2017

Abelha-Limão / Abelhas sem ferrão - (Lestrimelitta limão)

Abelhas sem ferrão - Abelha-Limão (Lestrimelitta limao)

   
A Lestrimelitta limao é popularmente conhecida como Iraxim, Iratim, Arancim, Aratim, Canudo, Sete-Portas, Caga-Fogo, Limão, Limão-Canudo e Abelha-Limão (por exalar um notável cheiro de limão). É uma abelha social da subfamília dos meliponíneos. Constrói um grande ninho de barro, preso entre os galhos, com entrada tubiforme. É uma espécie pilhadora, vivendo exclusivamente do saque a outros ninhos. A Abelha-Limão só sobrevive em áreas onde haja grande densidade de ninhos de outras espécies. 

   O sucesso no ataque a outras colônias dá-se por liberação de terpenoides voláteis, das secreções cefálicas (das glândulas mandibulares), que provocam a dispersão dos indivíduos da colônia hospedeira e a consequente pilhagem. Por isso, o cheiro semelhante a limão que estas abelhas exalam, que a faz receber o nome popular de Abelha-Limão. 



Ocorrência


A Abelha-Limão é encontrada na Bahia, em Minas Gerais e em São Paulo.



Morfologia


A espécie mede cerca de 7 mm de comprimento, tem o corpo ligeiramente alongado e a coloração pardo-escura. 



Ninho


A entrada do ninho da Abelha-Limão apresenta protuberâncias de cerume, que são abertas pelas operárias, no período da manhã, e fechadas, ao anoitecer. Na saída do ninho, há vários pitos, em forma de dedos, mas apenas um está ativo. Esta é uma tática de defesa contra predadores, como formigas, entre outros. Se o pito de saída desta abelha for destruído, logo em seguida outro começa a surgir, pois a Abelha-Limão gosta de várias opções de saída. Como esta abelha vive do roubo, os pitos alternativos são um indício de que ela realmente é uma ladra, pois são um meio de fuga.



Mel


O mel produzido pela Lestrimelitta limao é considerado tóxico e perigoso, se consumido pelo homem, em razão das secreções tóxicas das glândulas mandibulares dessa abelha.



Comportamento cleptobiótico


A Lestrimelitta limao é considerada uma abelha pilhadora ou cleptobiótica, ou seja, saqueia os ninhos de outras espécies para retirar o mel, o pólen e a cera, armazenados nas colmeias alheias. Isso porque as operárias da Abelha-Limão não possuem corbícula, órgão localizado na tíbia posterior para o transporte de pólen e de outros materiais utilizados na estrutura do ninho. Ao saquear outras colmeias, essas operárias liberam substâncias voláteis, produzidas por suas glândulas mandibulares, que confundem a comunicação entre as abelhas da colmeia hospedeira, provocando a sua dispersão. Assim, as pilhadoras conseguem saquear os ninhos, levando o produto do saque, nos seus papos, até os seus próprios ninhos.




    #caixas              #abelhas   

quarta-feira, 8 de março de 2017

Florada de Ora - Pro - Nobis MELIPONÁRIO DA PAZ






Ora-Pro-Nóbis (Pereskia aculeata)
   Onde se planta, nasce. Quando cresce, serve de proteção e alimento. Repleta de flores, ainda deixa o ambiente mais bonito. Por meio da hortaliça ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata), a natureza oferece múltiplos benefícios ao ser humano, o que seria motivo suficiente para a escolha de seu nome popular. 

   Mas, conta-se que assim foi batizada pelo costume de ser colhida no quintal de uma igreja, para ser preparada para o almoço, quando o padre iniciava a reza final da missa da manhã.
'Rogai por nós' em português, ora-pro-nóbis é uma frase em latim nem sempre facilmente assimilada. Por isso, pode ser comum encontrar derivações dela, sendo por vezes chamada lobrobó ou orabrobó por agricultores de Minas Gerais, onde a planta é muito difundida na culinária local. Originária do continente americano, encontram-se variedades nativas dessa hortaliça perene, rústica e resistente à seca da Flórida, nos Estados Unidos, à região sudeste do Brasil. 

    De fácil manejo e adaptação a diferentes climas e tipos de solo, produtiva e nutritiva, a ora-pro-nóbis é uma boa alternativa para produtores iniciantes no cultivo de hortaliças.
   Ela pertence à família das cactáceas. Na idade adulta, sua estrutura em forma de arbusto torna-se uma excelente cerca viva, tanto para ser usada como quebra-vento quanto como barreira contra predadores. 

   A existência de espinhos pontiagudos nos ramos inibe o avanço de invasores.
Rústica, a espécie pode ser cultivada em diversos tipos de solos.
Perfumadas, pequenas, brancas com miolo alaranjado e ricas em pólen e néctar, as flores brotam na ora-pro-nóbis de janeiro a abril. De junho a julho, ocorre a produção de frutos em bagas amarelas e redondas. A generosa e bela floração é um ornamento ao ambiente, ideal para decoração natural de propriedades rurais, como chácaras, sítios e fazendas. A ora-pro-nóbis também pode ser plantada em quintais e jardins de residências. 

   As folhas são a parte comestível da planta. Secas e moídas, elas são usadas em diferentes receitas, especialmente em sopas, omeletes, tortas e refogados. Muita gente prefere consumir as folhas cruas em saladas, acompanhando o prato principal. Outros as usam como mistura para enriquecer farinha, massas e pães em geral. Galinha caipira com ora-pro-nóbis é prato tradicional da culinária mineira. É servido cotidianamente nas cidades históricas do estado, como Diamantina, Tiradentes, São João Del Rey e Sabará, onde anualmente há um festival da hortaliça.
   In natura ou misturada na ração, animais também aproveitam os benefícios das folhas da ora-pro-nóbis. Elas estão entre as que possuem maior teor de proteína, com algumas variedades chegando a mais de 25% da matéria seca. Na medicina popular, elas são indicadas para aliviar processos inflamatórios e na recuperação da pele em casos de queimadura.


   Para as abelhas, trata-se de uma planta rica em pólem e néctar para abelhas de todos os gêneros, Nativas e africanizadas.

Adquira estacas para plantio no link a seguir:
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Como fazer isca pet para abelhas sem ferrão Jatai e Mandaçaia (Pomar Urbano)

Como fazer isca pet para abelhas sem ferrão Jatai e Mandaçaia (Pomar Urbano)

Deixamos aqui nosso agradecimento ao cliente Pomar Urbano !!

Boa sorte com as abelhas !!



Abelhas sem ferrão - Mirim-Preguiça (Friesella Schrottkyi)

Abelhas sem ferrão - Mirim-Preguiça (Friesella Schrottkyi)






A abelha Mirim-Preguiça é uma espécie social, muito mansa e frágil. Recebe esse nome, porque inicia seu trabalho somente quando a temperatura se aproxima de 20ºC. Por isso, começa a trabalhar por volta das 10 da manhã e para por volta das 15-16h. É uma abelha bem pequena, um pouco maior que a Drosófila (uma espécie de mosca das frutas). Cada colônia apresenta cerca de 300 abelhas. É uma abelha muito importante na polinização de árvores. Seu voo é bastante diferenciado, pois, antes de pousar na flor, faz uma espécie de dança em zigue-zague.


Ocorrência

A Mirim-Preguiça é encontrada na Região Sudeste do Brasil (Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo) e no Paraná.

Morfologia

É uma espécie facilmente reconhecida pela cor cinza-opaca devido à pilosidade do corpo. Mede aproximadamente 3mm, sendo uma abelha bem pequena.

Ninho


Bem adaptada à vida urbana, os locais de nidificação da Mirim-Preguiça são ocos variados em muros de pedra, tijolos vazados, cabaças e ocos de árvores. O ninho possui sua entrada um pouco saliente, com apenas uma pequena abertura, feita com cera branca ou branco-amarelada. Esta é fechada à noite. No interior, as células de cria podem formar favos irregulares ou cachos, podendo ser helicoidais, horizontais ou não ter forma definida. As células de cria são construídas, simultaneamente, em baterias, mas a rainha fixa uma delas de cada vez, em sequência, durante o processo de postura de ovos.

O fechamento das células de cria é feito por várias operárias, usando as mandíbulas e não a inserção abdominal, como nas outras espécies de meliponas. A Mirim-Preguiça produz pequenos depósitos de própolis viscoso, puro. Os potes de mel e pólen medem cerca de 0,5 cm de altura e são feitos com uma cera muito fina.

As células reais



Nesta espécie as rainhas são criadas em células de cria especiais, chamadas de células reais. Após nascerem, muitas vezes são mantidas aprisionadas na colônia, em câmaras de cerume, para o caso de haver uma substituição de rainha do ninho ou um processo de divisão do ninho.

Mel


Produzem pouca quantidade de mel.

                      
MELIPONÁRIO DA PAZ
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domingo, 15 de janeiro de 2017

Cursos em PDF para aperfeiçoar o seu conhecimento de Abelhas Nativas Sem Ferrão ASF

    Com os livros em PDF disponíveis para Download, poderás ter auxílio ao manejo das abelhas nativas sem ferrão evitando perca de enxames em capturas e aprimoramento de outras atividades voltadas para a preservação, bem estar e sucesso dos trabalhos realizados.


LIVRO 1
Criação De Abelhas Indígenas Livro Digital E Book1

LIVRO 2
 Criação De Abelhas Indígenas Livro Digital E Book2

LIVRO 3
 Iniciação A Criação De Abelhas Uruçu Livro Digital E Book3

LIVRO 4
 Biologia Manejo Abelha Uruçú Prof Keer Livro Digital E Book4

LIVRO 5
 O Mel De Abelhas Sem Ferrão Livro Digital E Book5

LIVRO 6
 Padre Humberto - Abelha Jandaíra Livro Digital E Book6

LIVRO 7
 Vida E Criação De Abelhas Prof Nog Net Livro Digital E Book7

LIVRO 8
 Criação De Abelhas Jataí Romildo Godói Livro Digital E Book8

Confira todas as nossas OFERTAS !!





sábado, 7 de janeiro de 2017

Guiruçu (Schwarziana quadripunctata) - Abelhas sem ferrão

   

    A Guiruçu é popularmente conhecida como Abelha-Mulata, Mulatinha, Abelha-do-Chão, Papa-Terra e Iruçu-do-Chão. É uma abelha social, da subfamília dos meliponíneos. É uma espécie muito mansa, visitante da copa das árvores. A Schwarziana quadripunctata nidifica no solo, em buracos no chão, ou em ninhos de formigueiros abandonados. Os ninhos da Guiruçu tanto podem ser encontrados a 30 cm do solo, como a 1,5m deste. Por isso, essa abelha precisa de uma melhor termorregulação de seu ninho para controlar a sua temperatura interna.

Ocorrência

Esta espécie de abelha pode ser encontrada no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Paraná, em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, no Goiás, no Espírito Santo e na Bahia.

Morfologia

A abelha Guiruçu mede cerca de 17 mm de comprimento e possui coloração negra, com abdome frequentemente avermelhado.

Ninho

Com já mencionado, a abelha Guiruçu nidifica no solo. A entrada do ninho é um pequeno buraco no solo, podendo ter uma pequena elevação de barro. Internamente, a entrada é revestida de cerume. O ninho todo é circundado por um invólucro que tem uma forma característica. Os favos são em espiral ou paralelos. As células de cria são construídas sucessivamente, ou seja, ao mesmo tempo, há células em construção em vários estágios, desde iniciais até o estágio final. Em colônias fortes, até 13 células são construídas simultaneamente.

Uma característica interessante dessa espécie é que há rainhas pequenas, médias e grandes. Em outras palavras, as rainhas podem ser criadas em células normais e/ou em células reais. Os machos podem aparecer em grande quantidade, permanecendo agrupados nos locais aquecidos do ninho. O alimento, como o mel e o pólen, é colocado em potes ovoides, de 3cm de altura. o mel é muito saboroso. Alguns consumidores deste mel deixam o ninho enterrado no seu local de origem e de quando em quando recolhem o mel produzido.

Mel

A Guiruçu produz um mel de excelente qualidade e muito saboroso. Alguns meliponicultores deixam o ninho enterrado em seu local de origem, recolhendo o mel produzido periodicamente.


Abelhas sem ferrão - Borá (Tetragona clavipes)

     

       Abelha da família dos Meliponídeos, seu nome original vem do Tupi Heborá, que significa: o que há de ter mel. Já popularmente, a Tetragona clavipes é conhecida como Jataizão, Vorá e Cola-Cola. Também é conhecida pelos índios da Reserva do Xingu, onde é encontrada em abundância. Os índios Yudja a conhecem como Watawila; os Ikipeng ( Kticao), como Amputxigagem; os Suiá, como Simbretx; e os Kaibi, como Tapemon. Diz a lenda que Borá é uma substância amarela e amarga encontrada nos ninhos dessa abelha, possivelmente por se notar grande quantidade de samora, saburá (pólen), armazenada por esta abelha.

A Borá é uma abelha sem ferrão bastante agressiva, principalmente nas horas quentes do dia, quando se defende, valentemente, mordiscando a pele ou se enrolando nos cabelos de quem se atreve a chegar perto de sua colmeia. Apresenta deposição de própolis como comportamento defensivo. Nidifica em ocos de árvores, de preferência, vivas. Na região do Rio Xingu e Suiá missu, há grande quantidade de ninhos em Pequizeiros (Pequi).

Ocorrência

A abelha Borá é encontrada no Acre, no Amazonas, no Amapá, na Bahia, no Espírito Santo, em Goiás, no Maranhão, em Minas Gerais, no Mato Grosso do Sul, no Mato Grosso, no Pará, no Paraná, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Morfologia

O corpo da abelha Borá é alongado, com coloração marrom-escura. Possui as asas mais longas que a extensão do corpo. Lembra bastante a abelha Jataí, só que é maior. Daí também receber o nome de Jataizão.

Ninho

Não há canudo ou pito na entrada do ninho como ocorre com as outras meliponas. A entrada do ninho não é muito grande e possui, em seu redor, camadas não muito espessas de própolis endurecido. Os potes de mel e pólen são de tamanho médio, em torno de 3 centímetros de altura. As células de cria encontram-se construídas, em forma helicoidal (caracol), e são revestidas com um invólucro de cerume, mais ou menos regular. É uma espécie que possui células reais. O tamanho das colônias é médio ou grande.

Mel

O mel da Borá é bastante apreciado, embora seja um pouco azedo.